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quinta-feira, 18 de maio de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
SIGNIFICADO E HISTÓRIA DO 1° DE MAIO - DIA DO TRABALHADOR
FONTE: https://jpn.up.pt/2004/04/30/o-primeiro-1o-de-maio-em-portugal-e-no-mundo/
História do dia do trabalhador
No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.
Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua.
Foi este o resultado desta segunda manifestação.
A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.
Via Estórias da História - Ler mais » »
Foi este o resultado desta segunda manifestação.
Em Portugal
A decisão da Comuna de Paris, de decretar o 1º de Maio como o Dia Internacional do Trabalhador teve repercussões no nosso país. Diz-nos José Mattoso (in História de Portugal, vol. 5), que houve um reforço da luta do movimento operário português em finais do séc. XIX sendo “em torno da associação e da greve que gravita o próprio movimento operário”. Entre 1852 e 1910 realizaram-se 559 greves no nosso país. A subida dos salários, a diminuição da jornada de trabalho e a melhoria das condições de laboração eram as principais exigências dos operários.
Mas, segundo o mesmo autor, o movimento operário alcançava grande força quando “aquelas (associações) a que hoje chamaríamos propriamente «sindicatos» se juntavam com as recreativas, as de socorros mútuos e os centros políticos”. Tal ficou demonstrado no 1º de Maio de 1900 que juntou em Lisboa cerca de 40 mil pessoas, numa altura em que “as classes médias ainda viam as organizações de trabalhadores com alguma simpatia”.
Durante a I República não se deixou de festejar o Dia do Trabalhador, mas sublinhe-se que um dos primeiros diplomas aprovados, com a instituição do novo regime, dizia respeito ao estabelecimento dos feriados nacionais e destes não constava o dia do trabalhador. Em 1933 é decretada a “unicidade sindical” e o “controle governamental dos sindicatos” esmorecendo um movimento operário que só ganharia novo ânimo na década de 40. Durante o Estado Novo as manifestações no Dia do Trabalho (e não do Trabalhador) eram organizadas e controladas pelo Estado.
Via Jornalismo Porto NET Ler mais » »
25 de ABRIL DE 1974 - LIBERDADE
No dia 25 de Abril de 1974 um grupo de militares derrubou a ditadura em Portugal e devolveu a liberdade à população. Num minuto saiba como fucnionava o Estado Novo e o que aconteceu no dia da revolução. Via Ensina TRP - Ler mais » »
quarta-feira, 8 de março de 2017
8 de Março - para lembrar...
O 8 de Março é lembrando no mundo inteiro como o dia internacional da mulher. Mas, qual a origem da data? Classicamente, divulgou-se que no dia 8 de Março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Visita de Estudo ao Palácio de São Bento/Assembleia da República
No dia 8 de fevereiro , no âmbito do Programa "Parlamento dos Jovens", um grupo de alunos da nossa Escola visitou o Palácio de São Bento e assistiu à Sessão Plenária da Assembleia da República (debate quinzenal com o Primeiro Ministro).
A visita de estudo a este órgão de soberania foi uma iniciativa do Agrupamento de Escolas do Crato, com o apoio da Câmara Municipal do Crato e revestiu-se de uma forte dimensão educativa de cidadania e formação cívica.
Deixamos o nosso mais sincero agradecimento, pela inexcedível simpatia e disponibilidade, a diferentes personalidades que tornaram esta Visita de Estudo muito mais rica!
Por ordem alfabética:
Dr. António Pito (guia);
Enf. João Ramos (deputado eleito pelo PCP, pelo círculo de Beja);
Dr. José Luís Ferreira (deputado eleito pelo Partido Ecologista Os Verdes - PEV, pelo círculo de Lisboa);
Dr. Luís Testa (deputado eleito pelo PS, pelo círculo de Portalegre);
Drª Manuela Cunha (membro da Comissão Executiva Nacional do PEV);
BEM HAJAM TODOS!
domingo, 1 de janeiro de 2017
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
1 de Dezembro de 1640 - A Restauração da Independência
A dinastia espanhola dos Filipes governou o país entre 1580 e 1640, altura em que o futuro D. João IV liderou uma revolta que afastou os castelhanos do trono.
Foram 120 os conspiradores que, na manhã de 1 de Dezembro de 1640, invadiram o Paço da Ribeira, em Lisboa, para derrubar a dinastia espanhola que governava o país desde 1580. Miguel de Vasconcelos, que representava os interesses castelhanos, foi morto a tiro e atirado pela janela.
Foi do balcão do Paço que foi proclamada a coroação do Duque de Bragança, futuro D. João IV, e foi também dali que foi ordenado o cerco à guarnição militar do Castelo de S. Jorge e a apreensão dos navios espanhóis que se encontravam no porto.
Até ao final de 1640 todas as praças, castelos e vilas com alguma importância tinham declarado a sua fidelidade aos revoltosos.
A restauração da independência só seria reconhecida pelos espanhóis 27 anos depois, com a assinatura do Tratado de Lisboa.
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